Cláudia
Régis Machado, psicóloga, psicopedagoga,
integrante do ICKS - Instituto Cultural
Kardecista de Santos
“A sinalização muda, o vento
sopra em sentido contrário, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste. É
fácil sair do prumo, perder o rumo.”
Prumo ou rumo? Aqui não faz
diferença. As duas expressões são válidas aqui, pois quando esta situação
ocorre, sentimo-nos à deriva, frágeis e vulneráveis, ficamos perdidos. A vida
nos surpreender muitas vezes nos empurrando para fora do prumo; fazendo-nos
perder o rumo.
Quem nunca perdeu o rumo? Muitas situações podem nos levar a este estado. Perdas de entes queridos, mudança de rotina, aposentadoria, o “ninho vazio”, doenças etc., são momentos ou melhor eventos que nos tiram o chão estabelecido, balançam a nossa estabilidade costumeira. Na maioria das vezes não sabemos lidar com as surpresas da vida, porém perder o rumo faz parte da dinâmica da vida, porque ninguém está livre destes acontecimentos.